sábado, 19 de fevereiro de 2011

O que eu não quero...



É chegar aos meus noventa e poucos anos, olhar para trás e perceber que eu não aproveitei a vida que tive.
Quero me lembrar de que ri, consolei, chorei, amei, beijei, bati, gritei, abracei, criei, sussurrei, copiei, machuquei e curei, tudo na hora exata para que tornasse-se inesquecível para mim, e para as pessoas que me são realmente importantes.
Porque inesquecível é a soma de todos os erros e acertos, e não a perfeição.

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